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Esclerodermia/Morfea

A esclerodermia é uma doença autoimune do tecido conjuntivo que culmina com fibrose e esclerose da pele, vasos sanguíneos e órgãos internos. A morfea é um tipo de esclerodermia localizada limitada à pele, tecido subcutâneo, osso subjacente e, raramente, quando presente na face e cabeça, sistema nervoso central. A incidência da doença é de 27 casos novos por 1 milhão de pessoas ao ano. Acomete preferencialmente pacientes do sexo feminino, caucasianos, ocorrendo com maior frequência entre a 2ª e 5ª décadas de vida.

A morfea apresenta diversas formas clínicas: em placa, linear, golpe de sabre (facial), disseminada, queloidiana, dentre outras.

O diagnóstico é realizado através de exame clínico específico, anamnese detalhada e exame histopatológico da pele obtido por biopsia cutânea. É importante a avaliação sistêmica do paciente para excluir a presença de esclerodermia sistêmica em alguns casos.

O tratamento vai depender do local, da quantidade e da extensão das lesões cutâneas. Outro fator determinante na escolha terapêutica é o tempo de evolução da doença e a presença ou não de manifestações sistêmicas.

Dentre as opções de tratamento, são utilizados: cremes (corticoide, calcipotriol, imiquimod), pomadas (tacrolimus ou pimecrolimus), corticoides orais, metotrexato oral, fototerapia (NB-UVB e PUVA).

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